Às vezes sensações que pensamos que são individuais, formam um pensamento coletivo e não preciso dissertar sobre quem propôs tal teoria. Me parece consenso que o ano ainda não começou para o Corinthians pra valer.
Se é má fase técnica, se os fatos do início da Libertadores influenciaram e outros fatores que podem ter acarretado são os responsáveis, é hora de mais uma vez o sentimento de superação que define essa camisa entrar em campo. Não podemos nos punir nem sermos punidos. Precisamos mostrar em campo e na arquibancada, que o grito de Corinthians e que o escudo que tanto celebramos, dá vazão a muitas sensações, provoca outros tantos sentimentos e muitas vezes simplesmente nos fazem sentir vivos.
É hora de encarar a Libertadores. Pra valer.
Muitas vezes a palavra obrigação é empregada de forma equivocada mas desta vez não há escapatória. O Corinthians é obrigado a derrotar o Tijuana nesta noite no Pacaembu para seguir firme na luta pelo segundo título continental. A missão que parece complicada pode ser facilitada (e muito) se fizermos o simples: jogar a bola que consagrou essa equipe e com o apoio dos mais de 30 mil que estarão no estádio, sapecar os mexicanos e ir aos 7 pontos. Se tivermos êxito, a classificação estará encaminhada. O San José não será páreo no Pacaembu e a possibilidade de vencer o Millonários pressionado em Bogotá é enorme.
Mas uma coisa é o Millonários pressionado. Outra é irmos a Colômbia precisando da vitória desesperadamente.
Por isso é muito mais fácil fazer o resultado no Pacaembu e seguir com tranquilidade.
Para um recomeço, não poderia ser melhor: Tite tem todo elenco disponível e relacionou o que há de mais qualificado. A equipe será a mesma da semana passada com Cássio; Alessandro, Gil, Paulo André e Fábio Santos; Ralf, Paulinho, Danilo e Renato Augusto; Pato e Guerrero. Um esquadrão que ainda deverá ter no banco Edenilson, Chicão, Guilherme, Romarinho, Sheik e Jorge Henrique. É pra vencer ou sim ou sim.
Os mexicanos estão cheios de panca. Normal. É coisa de time vislumbrado com novidade. Pau neles, Corinthians.
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